quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Sequências didáticas elaboradas pelas professoras para aplicar na sala de aula
TEMA: Variação lingüística Texto: “Pechada” Crônica de Luis Fernando Veríssimo
OBJETIVOS:
PARA O PROFESOR:
• Trabalhar a variação lingüística das diversas regiões do país com a finalidade de levar os alunos à reflexão sobre: os diferentes modos de falar;
• Levar os alunos a perceberem que não existe, o modo certo de falar, mas lugares que são mais adequados a um tipo de linguagem do que outros (entre amigos, entre os pais, perante autoridades usam-se diferentes modos de falares);
PARA OS ALUNOS:
• Refletir sobre os diferentes modos de falar de cada região
• Expressar opinião com base em texto;
• Refletir sobre sua fala, procurando adaptá-la aos seus interlocutores;
• Inferir sentido de uma palavra ou expressão.
• Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto
TEMPO DE DURAÇÃO: 10 dias
CONTEÚDO:
• Variação lingüística
• Expressões regionais
• Revisão textual
• Reescrita de texto
MATERIAL NECESSÁRIO:
• Cópias do texto “Pechada”;
• Cópias dos quadrinhos do Chico Bento;
• Folhas de papel madeira;
• Pincel;
• Giz;
• Quadro;
• Dicionário;
DESENVOLVIMENTO
1ª – ETAPA
Promova uma discussão com os alunos sobre o tema, perguntar aos alunos o que conhecem sobre a variação linguística, pedir que falem algumas expressões que conheçam.
Perguntar se conhecem termos como: (molesta, porreta, desembestado, bolado, coé, goiaba, estribado, rumbora, pixototim, baita, borracho, aspa), escrever essas palavras no quadro e pedir que os alunos registrem;
2ª – ETAPA
Apresente o texto explore suas características fale sobre o sobre o gênero e o autor verifique se as crianças já têm algum conhecimento prévio sobre os itens citados acima. Distribuir as cópias do texto e fazer a leitura para os alunos. Fazer a exploração das dimensões do texto infratexto ( informação implícita), intertexto (relação do texto com outros que trata do mesmo tema).
Obs. Pode-se inverter a ordem das etapas 1ª e 2ª etapa.
3ª- ETAPA
Converse com os alunos sobre o que entenderam do texto, explicando que assim como o personagem “Gaucho” é comum que pessoas de diferentes regiões usem expressões que nem sempre são conhecidas; convide os alunos a responder a atividade escrita com questões relativas a compreensão do texto.
4ª- ETAPA
Peça que os alunos pesquisem com os pais e colegas (no mínimo duas palavras ou expressões) que eles conheçam e registrem no caderno para ser socializada na sala. Faça a socialização das expressões pesquisadas e promova uma discussão sobre o sentido destas.
5 ª– ETAPA
Registre em cartaz as frases e expressões que os alunos pesquisaram. Afixe esse cartaz na sala. Peça que os alunos reescrevam as frases ou expressões para a “norma culta” (é importante que no início da seqüência na apresentação do tema o professor tenha feito essa diferenciação entre a “norma culta” e as variações da língua inclusive os fatores determinantes)
AVALIAÇÃO:
Observe a participação e opinião dos alunos durante discussão do tema verificando se compreenderam que o mais importante é a comunicação estabelecida entre os interlocutores. Observe ainda se os mesmos entendem que não existe fala certa ou errada esta deve ser adaptada aos seus interlocutores, mas na escrita existe uma norma padrão.
INTEGRANTES
Márcia Gomes Viana
Rijanio Antônio da Silva Cordeiro
Carmen Canaan Carvalho Pereira
Geiza da Silva dos Santos
Elizangela Soares da Silva
2-Sequência didática
Tema: O mistério da casa mágica
Texto:” O Mistério da Casa Mágica” Ariane Bomgosto
Objetivos:
Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.(D7)
Localizar informações explícita no texto. (D1)
Propiciar o contato com o gênero.
Adquirir o prazer pela leitura.
Revisar textos escritos coletivamente.
Conteúdo:
Leitura e interpretação do conto “O mistério da casa mágica”
Elementos que compõem a narrativa
Produção oral e escrita
Ano 5º
Tempo estimado: duas semanas
Material necessário:
Cópia do texto “O mistério da casa mágica”
Papel chamex
Lápis
Lápis de cor
Dicionário
Desenvolvimento:
1ª Etapa:
Conversa com a turma sobre conto, perguntar quais os contos e autores que eles conhecem, e se já leram versões diferentes do mesmo conto. Em seguida o professor se prepara para leitura do conto que será apresentado na sequência.(propor uma roda de leitura de diferentes contos(assombração, popular, conto de fada etc..) já previamente selecionados pela professora. Socializar a leitura e coletivamente questionar sobre as características comum aos textos lidos ( marcas do tempo, elemento que constroem narrativa apresentação-conflito-clímax e desfecho, etc)
2ª Etapa;
Leitura do conto “O mistério da casa mágica” feita pelo professor.
Discussão do texto e exploração das dimensões do texto intertexto ( João e Maria) contexto (portador do texto autora finalidade etc.).
Orientar e incentivar a análise da estrutura dos contos e suas características presentes no gênero.
Cada aluno receberá a cópia do conto para que possam preparar a leitura que será compartilhada.
3ª etapa:
Fazer leitura compartilhada. Pedir que os alunos comentem o que acharam do conto. Eles irão falar do que mais gostaram o que mais chamou atenção. Proponha que os alunos responda atividade relativa à compreensão do texto nos aspectos lexical(vocabulário), sentido da pontuação, identificação dos elementos da narrativa(conflito-desfecho etc.).
4ª Etapa
Peça que os alunos façam o reconto do texto verificando se já conhecem e se estabelece coerência na colocação dos fatos e elementos da narrativa, em seguida explique para os mesmo que devem ditar para que esta (Professora) escreva, faça as intervenções quando necessário. Obs. É interessante que para as turmas que já tenha familiaridade com este tipo de atividade seja proposta a reescrita em dupla ou individual estas desencadeiam outras situações didáticas como a revisão nos diferentes aspectos (recursos discursivos, ortografia, organização das ideias etc).
Sugerir e organizar a reescrita em dupla.
(OBS. Se já foi realizado a reescrita coletiva acho desnecessário outra reescrita do mesmo texto).
5ª Etapa: obs. Se o professor optar pela reescrita individual ou em dupla deve selecionar um dos textos dos alunos para revisar coletivamente.
Revise coletivamente aspectos relacionados à organização das ideias (coerência) e pontuação para isso escreva no papel quarenta quilos ou no quatro o texto e faça as intervenções (questionamentos) onde for necessário.
6ª etapa:
Revise os aspectos ortográficos. Destaque as palavras escritas ortograficamente incorretas e peça que os alunos façam as correções estes podem estar em dupla ou individualmente, oriente-os que usem o dicionário se for necessário.
7ª Etapa
Peça que os alunos escreva o texto revisado e faça ilustração do conto para que os alunos ilustre individualmente explorando o seu lado artístico.
8ª Etapa:
Dramatização do conto. Obs. Acho que a dramatização exige muito tempo e uma série de conhecimento a ser acionados, assim não trabalharia nesta sequencia.
Avaliação
Verifique se os alunos participam das atividades proposta e se percebem os elementos que compõem a narrativa as características do conto. Avalie as produções revisadas pelas crianças.
Componentes:
Maria Barbara
Maria Valdeci
3-Sequência didática
Texto: “Janeiro - Como Nasceram as Estrelas” Clarice Lispector
Tema: Lenda
Objetivos:
• Apropriar-se das estratégias de leitura: inferência, antecipação, verificação etc.
• Favorecer situações de escrita com base na lenda estudada.
• Desenvolver a leitura e escrita de lendas.
• Estabelecer relação causa conseqüência entre parte e elementos do texto.
• Revisar texto escrito coletivamente.
Conteúdo:
Leitura, reconto, produção, interpretação e revisão.
Ano: 5º
Tempo de duração: Duas semanas
Material:
Texto, papel, quadro, lápis de cor.
Desenvolvimento:
1ª etapa:
Fazer um levantamento de conhecimentos prévios por meio do reconto de lendas conhecidas numa roda de reconto. Apresentar o texto para os alunos. Entregar uma cópia para cada aluno. Fazer a leitura coletiva do texto fazendo as intervenções para explorar as estratégias de leitura e falar sobre o gênero e as principais característica do mesmo.
2ª Etapa
Peça que os alunos façam o reconto do texto verificando se já conhecem e se estabelece coerência na colocação dos fatos, explique aos mesmos que irá realizar uma reescrita coletiva e que eles devem ditar para professora escrever na lousa ou papel madeira. Durante a reescrita deve ser feita as intervenções. Obs. É interessante que para as turmas que já tenham familiaridade com este tipo de atividade seja proposta a reescrita em dupla ou individual estas desencadeiam outras situações didáticas como a revisão nos diferentes aspectos (recursos discursivos, ortografia, organização das ideias etc).
3ª Etapa:
Revisão : escolha um texto da reescrita dos alunos e escreva-o na lousa ou papel quarenta quilo( sem os erros ortográficos), convide os alunos para melhorar alguns aspectos do texto: sequência dos fatos, pontuação, organização das ideias etc.
4ª Etapa:
Revisão da ortografia. Apresente o texto revisado anteriormente para os alunos agora contendo os desvios ortográficos do texto original e peça para os alunos revisarem ortograficamente, se necessário use o dicionário.
5ª Etapa: Peça que os alunos escrevam o texto já revisado e ilustre-o.
Avaliação: Contínua.
Verifique se os alunos demonstram conhecimento à cerca do gênero trabalhado. Observe se participam das atividades realizadas ( reescrita e revisão). Analise a revisão ortográfica realizada pelos alunos.
Professores:
Anderson Ataíde-
Raquel Gomes Ramos
Ariondina R. Martins-
4-Sequência didática
Tema: Comparando textos Texto: Menina do leite
Objetivos:
• Comparar texto do mesmo tema com a intenção de perceber suas semelhanças e diferenças.
• Acionar as estratégias de leitura dos alunos.
• Conhecer características do gênero fábula.
• Reconhecer formas diferentes de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema.
• Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação.
Conteúdo:
Leitura, interpretação e produção de texto, etc.
Tempo de duração: cinco dias
Ano: 5º
Material:
Quadro, pincel, lápis de cor, papel sulfite, régua, borracha..
Desenvolvimento:
1ª etapa:
Leitura coletiva da primeira versão do texto menina do leite (garantir cópia para os alunos). Durante a leitura faça as intervenções para explorar as estratégias de leitura e as características do gênero fábula e os elemento do enrêdo (conflito, clímax o desfecho, marcas temporais). Realizar atividade de escrita para estudo do texto, efeito de sentido decorrente do uso da pontuação.
.
2ª Etapa:
Distribua cópias da segunda versão do texto ¨Menina do leite” para os alunos lê e comparar as duas versões da fábula (versos e prosa). Faça as intervenções oralmente para que os alunos percebam os ponto comuns nos dois textos e as características que o denominam de fábula.
3ª etapa:
Organize os alunos em dupla para que reescrevam a fábula, explique que faça escolha de uma das versões para reescrever a fábula, um deverá ditar e o outro escrever. Lembre-os das características do gênero.
4ª etapa
Escolha um dos textos reescritos para fazer a revisão coletiva da fábula. Apresente o texto e transcreva fazendo as alterações devidas. Motive a turma por meio de questionamentos para que participe da revisão e alcance os objetivos propostos. O professor deve fazer a revisão por etapa ou escolher o aspecto que considera mais necessário para a turma.
5ª etapa:
Organize a turma em dupla e entregue os textos produzidos para ser revisado pela dupla, para auxiliar pode-se fazer um roteiro dos pontos que devem observar durante a revisão.
Avaliação:
Observe se a turma compreendeu o que é fábula, suas características, as diferentes formas de tratar um tema em textos diferentes por meio dos questionamentos e das demais atividades realizadas.
guegueuanglosaxoo@hotmail.com
asmarysousa@gmail.com
iedapaixao33@gmail.com
mari.gabi2009@hotmail.com
meirilandia@hotmail.com
iedapaixao33@hotmail.com
5- Sequência Didática
Tema “ Um Apólogo” Texto: “Um Apólogo” Machado de Assis
Objetivos:
• Localizar Informações explícitas em um texto D-1
• Identificar o tema de um texto D-6
• Inferir o sentido de uma palavra ou expressão D-3
• Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações D-14
Conteúdo:
• Leitura do texto – Um Apólogo
• Interpretação textual
• Produção textual
Ano: 5º Ano
Tempo estimado: Uma semana.
Material necessário:
• Papel Chamex, lápis, impressora, tinta...
Desenvolvimento:
1ª Etapa
Apresente o texto “Um apólogo” e informe o seu gênero e autor em seguida faça uma discussão para resgatar da turma seus conhecimentos prévios. Convide aos alunos para ouvir a leitura da biografia do autor lida pelo professor. Entregue para cada criança uma cópia do texto “Um apólogo” e peça que acompanhem a leitura que será feita pela professora. Durante a leitura faça as possíveis intervenções afim de explorar as dimensões do texto: contexto(autor, finalidade do portador interlocutores), infratexto (Informações implícitas), intertexto(relação do texto com outros).
2ª Etapa
Peça para os alunos leiam o texto individualmente em seguida divida a turma em duplas para que respondam atividade de estudo do texto ( nesta deverá comtemplar além das questões de compreensão os objetivos da sequência).
3ª Etapa
Peça que os alunos recontem o conto “Um apólogo” a fim de certificar se organizam os fatos na ordem da narrativa. Solicite aos mesmos que façam uma reescrita do texto.
4ª Etapa
• Selecionar um texto para fazer revisão coletiva, apresente-o como o aluno produziu com exceção dos erros ortográficos que não serão foco neste momento, reescreva-o fazendo as intervenções para que chegue aos objetivos abordando aspectos discursivos (o léxico, semântico) organização dos fatos, pontuação.
5ª Etapa
Apresente uma cópia do texto revisado anteriormente, agora com os desvios ortográficos e peça que o revisem. Informe- os que, se necessário utilize o dicionário. Peça aos alunos que redijam os textos revisados e façam as ilustrações.
Avaliação
Verifique se os alunos apresentam as habilidades leitoras nas atividades propostas oralmente (exploração das dimensões do texto e a reescrita).Analise as produções revisadas ortografia e o uso de elementos característicos da narrativa.
Doralice Marques de Oliveira / Escola Morbach
Ana Claudia M. Souza
Maria José de Belém
Rosemoreira2010@hotmail.com
Iracema R. Sousa
Textos trabalhados na II oficina da Prova Brasil
A MORTE DA TARTARUGA
MILLÔR FERNANDES
O menininho foi ao quintal e voltou chorando: a tartaruga tinha morrido. A mãe foi ao quintal com ele, mexeu na tartaruga com um pau (tinha nojo daquele bicho) e constatou que a tartaruga tinha morrido mesmo. Diante da confirmação da mãe, o garoto pôs-se a chorar ainda com mais força. A mãe a princípio ficou penalizada, mas logo começou a ficar aborrecida com o choro do menino. "Cuidado, senão você acorda o seu pai". Mas o menino não se conformava. Pegou a tartaruga no colo e pôs-se a acariciar-lhe o casco duro. A mãe disse que comprava outra, mas ele respondeu que não queria, queria aquela, viva! A mãe lhe prometeu um carrinho, um velocípede, lhe prometera uma surra, mas o pobre menino parecia estar mesmo profundamente abalado com a morte do seu animalzinho de estimação. Afinal, com tanto choro, o pai acordou lá dentro, e veio, estremunhado, ver de que se tratava, O menino mostrou-lhe a tartaruga morta. A mãe disse: "Está aí assim há meia hora, chorando que nem maluco. Não sei mais o que faço. Já lhe prometi tudo, mas ele continua berrando desse jeito". O pai examinou a situação e propôs: "Olha, Henriquinho. Se a tartaruga está morta não adianta mesmo você chorar. Deixa ela aí e vem cá com o pai". O garoto depôs cuidadosamente a tartaruga junto do tanque e seguiu o pai, pela mão. O pai sentou-se na poltrona, botou o garoto no colo e disse: "Eu sei que você sente muito a morte da tartaruguinha. Eu também gostava muito dela. Mas nós vamos fazer pra ela um grande funeral". O menininho parou imediatamente de chorar. "Que é funeral?" O pai lhe explicou que era um enterro. "Olha, nós vamos à rua, compramos uma caixa bem bonita, bastante balas, bombons, doces e voltamos para casa. Depois botamos a tartaruga na caixa em cima da mesa da cozinha e rodeamos de velinhas de Aniversário. Aí convidamos os meninos da vizinhança, acendemos as velinhas, cantamos o Happy-Birth-Day-To-You pra tartaruguinha morta e você assopra as velas. Depois pegamos a caixa, abrimos um buraco no fundo do quintal, enterramos a tartaruguinha e botamos uma pedra em cima com o nome dela e o dia em que ela morreu. Isso é que é funeral! Vamos fazer isso?" O garotinho estava com outra cara. "Vamos papai, vamos! A tartaruguinha vai ficar contente lá no céu, não vai? Olha, Eu vou apanhar ela." Saiu correndo. Enquanto o pai se vestia, ouviu um grito no quintal. "Papai, papai, vem cá ela está viva!" O pai correu pro quintal e constatou que era verdade. A tartaruga estava andando de novo normalmente. "Que bom, heim!"- disse "Ela está viva! Não vamos ter que fazer o funeral!" "Vamos sim, papai"- disse o menino ansioso, pegando uma pedra bem grande "Eu mato ela".
MORAL: O IMPORTANTE NÃO É A MORTE, É O QUE ELA NOS TIRA.
FERNANDES, Millôr "Morte da Tartaruguinha", In: Fábulas Fabulosas, 9ª ed., Rio de Janeiro. Nórdica, 1985, p. 100-101.
1- No trecho em destaque “Pegou a tartaruga no colo e pôs-se a acariciar-lhe o casco duro”. A palavra sublinhada refere-se a: D - 2
(A) mãe
(B) tartaruga
(C) pai
(D) casco
2- No texto acima as aspas foram utilizadas para: D 14
(A) demarcar a fala do narrador
(B) demarcar somente a fala do menino
(C) demarcar a fala dos personagens
(D) demarcar somente a fala da mãe
3- No trecho “O garoto depôs cuidadosamente a tartaruga junto do tanque e seguiu o pai, pela mão”. A palavra destacada indica: D 12
(A) tempo
(B) lugar
(C) modo
(D) dúvida
4- A mãe mexeu na tartaruga com um pau porque D - 1
(A) tinha medo de tartaruga
(B) tinha nojo daquele animal
(C) não queria sujar as mãos
(D) não gostava da tartaruga
Ipê amarelo
por: Rosmari A. M. Lazarini
Ipê Amarelo é o nome popular de algumas espécies de árvores da região Sul e Sudeste do Brasil, pertencentes à família botânica Bignoniaceae, gênero Tabebuia, que também compreende espécies com flores de cor branca, roxa, rosa ou lilás. Em outras regiões brasileiras, os ipês recebem outras denominações.
O nome científico Tabebuia, de origem tupi-guarani, significa pau ou madeira que flutua. É denominada, pelos índios, de caxeta, árvore que nasce na zona litorânea do Brasil, cuja madeira íntegra (inatacável) resiste ao apodrecimento. O nome ipê, de origem Tupi, significa árvore de casca grossa.
Sendo uma espécie caducifólia, o período da queda das folhas coincide com a floração que se inicia no final do inverno. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
1- A expressão “árvore de casca grossa” explica D 1
(A) o nome científico do ipê.
(B) a denominação dada pelos índios ao ipê.
(C) o significado em Tupi do nome ipê.
(D) o período de queda das folhas.
2- O texto trata principalmente D6
(A) dos índios tupi-guarani
(B) da zona litorânea do Brasil
(C) do inverno brasileiro
(D) de uma árvore
UM DOENTE MUITO ESTRANHO
Quino
Quino, Toda Mafalda. São Paulo, Martins Fontes, 1991.
1) A cura do doente que está na casa da Mafalda depende: D - 4
(A) da natureza
(B) dos bichos
(C) do homem
(D) do tempo
Leia:
Texto-1
O Pato
Vinicius de Moraes
Lá vem o pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o pato
Para ver o que é que há
O pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela
Texto-2
Molde
Pato
Tecido: feltro, algodão, etc. retalho de cor diferente para o bico
Metragem: 30 cm.
Cabeça: corte duas vezes.
1- Bico, parte superior: corte duas vezes. Um lado é costurado à cabeça e o outro à parte inferior do bico.
3- Bico, parte inferior: corte duas vezes. Costure um lado à parte superior do bico e outro à cabeça.
Idalina Ladeira e Sarah Caldas, op. Cit
1- Ao compararmos os dois textos notamos que são diferentes porque D 15
(A) o primeiro texto é um poema e o segundo é uma receita
(B) o primeiro texto é um poema e o segundo é uma bula de remédio
(C) o primeiro texto pertence ao mundo real e o segundo ao mundo imaginário
(D) o primeiro texto é um poema e o segundo é um texto instrucional
VÔO DE PAPEL (Francisco Simões)
Solta a tua alegria
Feliz e vadia no ar,
Faz flutuar no espaço,
Rompendo o mormaço
Com teu braço gigante
De linha ou barbante
Tua asa, teu céu,
Teu vôo de papel.
Rege com as mãos o bailado
Aéreo dançado,
Teus sonhos cruzando
Com sonhos rivais,
Buscando tais quais
A mesma vitória
E ter uma estória
Para depois contar.
Guarda na tua alegria
Feliz e vadia, menino,
Teus sonhos bem pequeninos
Para poderes crescer e sonhar.
Nas tantas batalhas perdidas,
Nas muitas linhas partidas
Foge sempre um pouco da gente.
Estes sonhos não vão voltar
1 – O texto acima refere-se a que brinquedo?D4
(A) Avião
(B) Cata vento
(C) Pipa
(D) Foguete
Leia a anedotinha do bichinho da maçã e responda as questões.
Texto do caipira
O caipira andava ao longo da estrada seguido de dez cavalos. Nisso, veio um automóvel e o motorista gritou para o caipira.
_ Você tem dez. Mas eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos! _ E _ vruuum! _ Saiu em disparada!
_ O caipira continuou seu passo. E lá na frente estava o carro virado dentro do rio, ao lado da ponte. Ai o caipira falou pro motorista.
_Oi, cumpadre! Dando água pra tropa, é?
(Trecho retirado do livro “As últimas anedotinhas do bichinho da maçã”, de Ziraldo)
1) A conversa acontece entre: D 1
(A) o caipira e os cavalos
(B) os cavalos e o motorista
(C) o caipira e o motorista
(D) o carro e o caipira
3) Qual trecho demonstra humor? D 13
(A) “ O caipira andava ao longo da estrada...”
(B) “_Oi, cumpadre! Dando água pra tropa, é?”
(C) “ O caipira continuou seu passo.”
(D) “ Ai o caipira falou pro motorista.”
4) O que a expressão “ vruuum!” representa no texto lido? D3
(A) o som do carro
(B) a voz do caipira
(C) o som do cavalo
(D) a voz do motorista
6) Leia o anúncio de um jornal e responda a questão:
ANÚNCIO: MOTO TWISTER ANO 2008
COR: VERMELHA
VALOR: R$ 11.900,00
URGENTE. TRATAR: 2222- 11 11
O texto acima tem a finalidade de D 9
(A) contar uma história
(B) dar um aviso
(C) dar uma notícia
(D) vender um produto
Leia o texto.
1- No texto a passagem que expressa a opinião da personagem relativa ao modo como os vendedores tratam as crianças quando estão desacompanhadas de seus pais é D 11
(A) eu nunca me liguei nessa coisa de direito do consumidor.
(B) logo você vai ser grande e poder fazer compras sozinha.
(C) vou ficar ligada pra não dançar.
(D) “... é um absurdo, mas dá pra entender. Vendedor tem que vender, não ganha, e se não ganhar, não come!...”
2- No texto, a expressão “...vou ficar ligada pra não dançar” dá a entender que: D 3
(A) Beatriz vai ficar atenta.
(B) Beatriz vai ficar plugada numa tomada.
(C) Beatriz não quer dançar.
(D) Beatriz está triste.
A gralha vaidosa
Júpiter deu a notícia de que pretendia escolher um rei para os pássaros e marcou uma data para que todos eles comparecessem diante de seu trono. O mais bonito seria declarado rei.
Querendo arrumar-se o melhor possível, os pássaros foram tomar banho e alisar as penas às margens de um arroio. A gralha também estava lá no meio dos outros, só que tinha certeza de que nunca ia ser a escolhida, porque suas penas eram muito feias.
"Vamos ter que dar um jeito", pensou ela.
Depois que os outros pássaros foram embora, muitas penas ficaram caídas pelo chão; a gralha recolheu as mais bonitas e prendeu em volta do corpo. O resultado foi deslumbrante: nenhum pássaro era mais vistoso que ela. Quando o dia marcado chegou, os pássaros se reuniram diante do trono de Júpiter; Júpiter examinou todo mundo e escolheu a gralha para rei. Já ia fazer a declaração oficial quando todos os outros pássaros avançaram para o futuro rei e arrancaram suas penas falsas uma a uma, mostrando a gralha exatamente como ela era.
Moral: Belas penas não fazem belos pássaros.
1) A gralha usou penas falsas porque D 8
(A) queria um vestido novo.
(B) achava que tinha poucas penas.
(C) queria se tornar amiga de Júpiter.
(D) desejava receber de Júpiter o título de rei dos pássaros.
2) O desfecho da história mostra que a gralha foi D 7
(A) aceita como rei dos pássaros.
(B) desmascarada pelos pássaros.
(C) expulsa por ter penas feias.
(D) vaiada pelos pássaros.
A reunião geral dos ratos
Uma vez os ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele eterno transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim um rato jovem levantou-se e deu a idéia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem ia pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral: Inventar é uma coisa, fazer é outra.
A menina do leite
A menina não cabia em si de felicidade. Pela primeira vez iria à cidade vender o leite de sua vaquinha. Trajando o seu melhor vestido, ela partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.
Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata.
E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça.
"Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.
Moral: Não se deve contar com uma coisa antes de consegui-la.
Livro: Fábulas de Esopo - Scipione
A MENINA DO LEITE
Num dia primaveril,
Claro e ensolarado,
Seguia aquela menina
A caminho do mercado.
Com seu jarro na cabeça
Oferecia e sorria:
- Olha o leite! – Olha o leite!
Este era o seu dia a dia.
Falava com os animais,
Com todos que encontrava!
Do maior ao pequenino,
Ela os cumprimentava.
Caminhava tranqüilamente,
Suavemente, imitando
Quase que um passo de dança,
Alegremente pensando:
“Venderei todo esse leite,
Com o dinheiro comprarei
Cem ovos. E cem pintinhos
Logo, logo, pois, terei.”
“Os pintinhos vão crescer,
Então eu os trocarei,
No mercado, por um porco
Ao qual engordarei”.
“Quando ele ficar roliço
Então eu o trocarei
Numa vaca com bezerro,
A quem alimentarei”.
“Sendo bem alimentada,
Muito leite ela dará,
Com o qual farei muitos queijos.
E o bezerro crescerá
Forte e sadio...” – Já estou
Vendo o bichinho correr
No campo, entre as ovelhas!
Diz ela, a estremecer.
Há em seus olhos um brilho
De puro contentamento.
E a menina esquece
Do jarro, por um momento.
Entusiasmada, começa
A dar pulos de alegria,
Esquecendo-se do jarro
Que na cabeça lhe ia.
Com o movimento brusco
O jarro escorregou
E se desfez em pedaços
Quando na terra tocou,
Como os sonhos da menina.
E o leite se esparramou
Derramado no caminho.
Só chão molhado restou.
Adeus porco... adeus pintinhos...
Adeus bezerro... adeus vaca...
Lamentava-se a menina
De lágrimas, a vista opaca.
Por sonhar tanto, perdera
O que tinha garantido
Como seu, pois esquecera
O que fazia sentido.
A única coisa que tinha
Não poderia esquecer,
Porém, perdida a sonhar,
Tudo viera a perder.
Sonhar faz parte da vida,
Sem sonhos não há viver!
Porém sonhar sem deixar-se
Totalmente se envolver.
Sonhar com os pés no chão!
Com responsabilidade!
Com o cuidado devido
À nossa realidade.
Fim
(Fábula de domínio público, originária das Fábulas de Esopo) Por Rosa Regis)
Janeiro - Como Nasceram as Estrelas
Clarice Lispector
Pois é, todo mundo pensa que sempre houve no mundo estrelas pisca-pisca. Mas é erro. Antes os índios olhavam de noite para o céu escuro — e bem escuro estava esse céu. Um negror. Vou contar a história singela do nascimento das estrelas. Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer.
Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas dos riachos buliçosos. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça. — Vamos voltar e trazer conosco uns curumins. (Assim chamavam os índios as crianças.) Curumim dá sorte.
E deu mesmo. Os garotos pareciam adivinhar as coisas: foram retinhos em frente e numa clareira da floresta — eis um milharal viçoso crescendo alto. As índias maravilhadas disseram: toca a colher tanta espiga. Mas os gatinhos também colheram muitas e fugiram das mães voltando à taba e pedindo à avó que lhes fizesse um bolo de milho. A avó assim fez e os curumins se encheram de bolo que logo se acabou. Só então tiveram medo das mães que reclamariam por eles comerem tanto. Podiam esconder numa caverna a avó e o papagaio porque os dois contariam tudo. Mas — e se as mães dessem falta da avó e do papagaio tagarela? Aí então chamaram os colibris para que amarrassem um cipó no topo do céu. Quando as índias voltaram ficaram assustadas vendo os filhos subindo pelo ar. Resolveram, essas mães nervosas, subir atrás dos meninos e cortar o cipó embaixo deles.
Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita: as mães caíram no chão, transformando-se em onças. Quanto aos curumins, como já não podiam voltar para a terra, ficaram no céu até hoje, transformados em gordas estrelas brilhantes.
Mas, quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre.
E, como se sabe, “sempre” não acaba nunca.
LISPECTOR, Clarice. Como nasceram as estrelas: doze lendas brasileiras. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. P. 78
Machado de Assis
(...) Assim são as páginas da vida,
como dizia meu filho quando fazia versos,
e acrescentava que as páginas vão
passando umas sobre as outras,
esquecidas apenas lidas.
"Suje-se Gordo!"
Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.
Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo.
Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.
Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.
Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias.
Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais.
Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.
Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.
Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.
Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.
Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.
Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.
No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.
Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura.
Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que foram consideradas suas melhores crônicas.
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.
Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data (1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), e Relíquias da casa velha (1906).
Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889.
Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.
É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono.
Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica. ... Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
II Oficina para Prova Brasil
Data: 31/08/2011
Horário: das 8hs às 12hs e das 14hs às 18hs
Local: Salas da UAB, José Mendonça Vergolino
Publico alvo: Professores do 5º ano do Ensino Fundamental
Formadora: professora Maria Joaquina Silva Sousa
Objetivo de ensino:
Oferecer aos professores condições para diagnosticar o nível de alfabetização e letramento dos alunos, viabilizando assim, a elaboração de ações que visem sanar as possíveis dificuldades apresentadas nas áreas de leitura e escrita.
Objetivos de aprendizagem:
Que os professores sejam capazes de:
Aprofundar conhecimentos sobre os descritores da área de leitura e escrita destinados aos alunos do 5º ano do ensino fundamental;
Analisar as atividades com a finalidade de potencializar o conhecimento do professor referente aos descritores da Prova Brasil principalmente dos tópicos: I, IV e V;
Planejar sequência didática com base nos descritores estudados a fim de garantir condições para melhor desempenho do trabalho em sala de aula.
AGENDA DO DIA
08h00min - LEITURA COMPARTILHADA - Variação sobre um tema antigo Rubem Alves
08h15min – Levantamento das experiências vividas em cada escola na preparação para a PROVA BRASIL
Encaminhamento: A formadora possibilita ao grupo de professores que respondam sobre que propostas didáticas têm realizado junto às suas turmas com o objetivo de preparar os alunos para a participação na PROVA BRASIL.
Serão apresentados alguns questionamentos que deverão ser respondidos individualmente pelos professores para potencializar a socialização:
1. Foi aplicado o diagnóstico proposto na oficina anterior? Comente sobre os resultados encontrados.
2. Quais as habilidades (descritores) que os seus alunos apresentaram maior dificuldade?
3. Que situações didáticas estão sendo propostas no seu planejamento para sanar tais dificuldades referentes aos descritores supracitados? Cite algumas.
09hàs9h45min – Socialização das respostas dos professores
Encaminhamento: A formadora orienta a cada professor que leia suas respostas e a partir disso faça as devidas considerações se houver.
09h45as10h – INTERVALO
10hàs10h30min – análise das alterações ocorridas na matriz de referência da prova Brasil 2011 e leitura coletiva dos tópicos IV e V.
Encaminhamento: A formadora convida os cursistas para leitura e observação das alterações ocorridas na matriz de referencia 2011, fazendo considerações sobre os tópicos IV e V.
10h30às11h- Apresentação de slide sobre as habilidades de leitura avaliadas na Prova Brasil.
Encaminhamento: A formadora apresenta os slides demonstrando as habilidades a serem desenvolvidas, assim como os aspectos que alteram o grau de complexidade de determinados descritores.
11hàs11h30min - Análise de atividades em grupo
Encaminhamento: A formadora divide os cursistas por escola (no máximo em trio), orientando-os a analisarem as atividades contidas num banco de atividades à ser entregue para a turma, apontando o(os) DESCRITOR(res) equivalente a cada atividade, utilizando como apoio o Caderno Prova Brasil 2009.
11h30ás12h - Socialização das análises das atividades
Encaminhamento: A formadora define que atividades cada grupo irá expor mediante as análises realizadas. À medida que os trios forem expondo suas considerações sobre as atividades, o formador deverá intervir adequadamente.
12h00min – INTERVALO PARA ALMOÇO
14hàs14he20min – Leitura compartilhada (vídeo Luzes da cidade - Charlie Chaplin)
14h20minàs14h40min-Apresentação de uma sequência didática.
Encaminhamento: Utilizando o data show a formadora apresenta uma sequência didática com o objetivo de potencializar as condições didáticas necessárias para o desenvolvimento das habilidades de leitura, explicando que essa modalidade permite trabalhar de forma contextualizada diversos descritores com apoio de um determinado gênero textual.Ressaltando ainda a importância de descreverem as etapas claramente para garantir um planejamento efetivo.
14h40ás15h16h00min-Planejamento de uma sequência didática para ser aplicada
Encaminhamento: A formadora divide os cursistas em grupo entrega o texto e orienta-os a planejarem uma sequência didática , ressaltando que é necessário contemplar os descritores determinados a cada grupo. Após o planejamento as sequências deverão ser transcrita para o papel madeira para socialização.
16h00min às 16h20min – INTERVALO
16h20min às 17h20min - SOCIALIZAÇÃO DOS PLANEJAMENTOS
Encaminhamento: Cada grupo expõe seu planejamento para apreciação dos colegas, ao final de cada apresentação o formador deverá fazer as devidas considerações quanto ao que foi apresentado.
17h20min às 17h40min - AVALIAÇÃO DA OFICINA
Encaminhamento: O formador orienta os professores a preencherem a ficha avaliativa da oficina. A avaliação será individual e (por escrito).
17h40min às 18h00min – CONSIDERAÇÕES FINAIS E FECHAMENTO DA OFICINA
Bibliografia:
BRASIL, Ministério da Educação. PDE: Plano de desenvolvimento da educação: ensino fundamental: Prova Brasil: matrizes de referência, tópicos e descritores. Brasília: MEC, SEB; INEP, 2008.
Língua Portuguesa: orientações para o professor. Saeb/Prova Brasil. 4º e 5º ano. Brasília, 2009.
Programa Escola que Vale. CEDAC. Banco de atividades habituais de leitura. (Conj. de três volumes) 4º e 5º ano. Segundo semestre de 2008.
REVISTA NOVA ESCOLA. Ano XXVI. Nº 243 – Junho/julho 2011.
REVISTA NOVA ESCOLA. Ano XXVI. Nº 240 – Março 2011.
REVISTA NOVA ESCOLA. Ano XXVI. Nº 239 – Janeiro/fevereiro 2011.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Projetos
VII Encontro "Livro Didático em sala de aula"
PAUTA DA FORMAÇÃO PRÓ LETRAMENTO – ALFABETIZAÇÃO E LINGUAGEM
VII ENCONTRO - VI FASCÍCULO
Temática: O livro didático em sala de aula:
Data: 15/06/2011
Horário: 08 h às 12h e de 14h às 18h
Locais: E.M.E.F.Augusto Bastos Morbach e Jarbas Passarinho.
Público alvo: Coordenadores pedagógicos e Professores de 1º a 5º ano da rede municipal de ensino.
Objetivos de Ensino:
• Favorecer a reflexão sobre o processo de modificação dos livros didáticos de alfabetização e de Língua Portuguesa a partir da institucionalização do PNLD.
• Promover a discussão sobre o uso que os professores fazem do livro didático em suas práticas de ensino.
Objetivos de Aprendizagem:
• Analisar as características dos atuais livros didáticos.
• Reconhecer o livro didático como ferramenta importante nos processos de ensino e aprendizagem.
• Compreender quais os critérios necessários a serem observados na escolha do livro didático.
• Entender as modificações efetivadas nos livros didáticos atuais.
Materiais a serem utilizados:
Data-show, Notbook, CD do Fascículo VI ( slides e vídeos)
MANHÃ
08h00minh às 08h20min - Leitura compartilhada
08h20min às 08h50min – Pensando juntos - socialização da atividade à distância alusiva a atividade de leitura.
08h50min às 09h30min – Levantamento de informações
09h30min às 10h15min – Apresentação em slide e discussão do primeiro ponto da Unidade I do Fascículo 06 – “Antigos e novos livros didáticos de Língua Portuguesa e Alfabetização.” (p. 7 a 10)
10h15min às 10h30min - Intervalo
10h30min às 11h00min - Leitura de fragmento do texto: “As mudanças nos livros didáticos de Alfabetização e o processo de ensino-aprendizagem: algumas reflexões”. (p. 10 a 15 - Unidade 1 do Fascículo 6)
11h00min às 11h50minh - Identificação de princípios que deverão estar presentes nos Livros Didáticos de Alfabetização
TARDE
14h00min às 14h15min – Leitura compartilhada
14h15 às 15h45min - Análise do livro didático de Língua Portuguesa usado pelos professores
15h45min às 16h00min - Intervalo
16h00min às 16h30min - Socialização das análises do Livro Didático de Língua Portuguesa, realizada pelos professores-cursistas.
16h30min às 17h30min – Exibição e discussão do vídeo: “O uso do livro didático na sala de aula”.
17h30min às 17h50min – Avaliação do encontro
BIBLIOGRAFIA:
MORAIS, Artur Gomes de; SILVA, Ceris Ribas da; ALBUQUERQUE, Eliana Borges; MARCUSCHI, Beth; BREGUNCI, Maria das Graças C. e FERREIRA, Andréa Tereza Brito. O livro didático em sala de aula: Algumas Reflexões. UFPE E UFMG. In Pró Letramento Alfabetização e Linguagem. Brasília, 2008
IV- Encontro Modos de Falar Modos de Escrever
Formação PRÓ-LETRAMENTO – Alfabetização e Linguagem
Data: 20/05/2011
Formadora: Maria Joaquina
Temática:
1. Modos de Falar Modos de Escrever
Horário: 08 h às 12h e de 14h ás 18h
Locais: EMEF. Augusto Bastos Morbach e EMEF Jarbas Passarinho
Público alvo: Coordenadores pedagógicos e Professores de 1º a 5º ano da rede municipal de ensino.
Objetivos de Ensino:
• Compreender os modos de falar dos alunos em diversas circunstâncias, e as estratégias que podem ser empregadas em sala de aula para produzir textos coletivos.
• Proporcionar momentos de estudo sobre as atividades de leitura em sala de aula.
Objetivos de Aprendizagem:
• Refletir sobre as características do texto oral espontâneo de alunos de primeira série e do texto escrito elaborado coletivamente em sala de aula.
• Trabalhar com regras variáveis freqüentes nas nossas comunidades de fala, que estão presentes nas produções orais dos alunos.
• Refletir sobre a integração dos saberes da oralidade e sobre as convenções da língua escrita na produção textual dos alunos.
• Aprofundar conhecimento em relação as atividades de leitura e interpretação no contexto escolar.
Conteúdos:
• Variação lingüística
• Análise lingüística
• Leitura
• Produção textual coletiva
Materiais a serem utilizados:
Data-show
Notbook
CD do Fascículo 7 ( slides e vídeos)
Texto complementar “ Chico Bento”
Papel 40
Pincéis
AGENDA DO DIA
MANHÃ
08h00minh às 08h20min - Leitura compartilhada “nois mudemo”
08h20min às 08h50min – Socialização da atividade do dicionário.
08h50min h às 09h 20min - Levantamento de conhecimentos prévios sobre: produção oral com destino escrito.
Pergunta a ser lançada à turma: Em sua turma você realiza a atividade de produção coletiva (produção oral com destino escrito)? De que forma? Quais são os desafios na realização dessa atividade?
Encaminhamento:
A intenção aqui é a formadora investigar se os professores compreendem que essa atividade é possível de ser realizada nas séries iniciais, se eles costumam intervir na produção dos alunos no momento da atividade ou propõe uma revisão posterior e quais as dificuldades que encontram ao realizá-la. A formadora anota numa folha as respostas dos cursistas para retomar posteriormente.
09h20min h às 10h 10min – Apresentação do vídeo com situação de produção oral com destino escrito. - UNIDADE 1
Encaminhamento:
A formadora propõe que os cursistas assistam ao vídeo observando as intervenções realizadas pela professora. Neste momento deverá retomar as respostas dadas na atividade anterior, levando os professores a refletirem sobre a necessidade das intervenções do professor durante a produção dos alunos.
É interessante que a formadora lembre ao grupo que o vídeo apresenta uma seqüência didática: o passeio, os alunos são convidados a desenharem o que observaram no passeio, a roda de conversa sobre o passeio, a produção escrita realizada de forma coletiva.
10h10min ás 10h 25min- Intervalo
10h 25min às 12:00min - Análise das marcas da oralidade representadas na produção escrita do texto do Chico Bento “A fessora”.
Encaminhamento:
A formadora agrupa a turma em duplas, distribui a atividade entre os cursistas orientando que eles deverão ler toda a Unidade II do fascículo 07 para que consigam responder as atividades propostas.
TARDE
14h: 10min ás 16h: 00 min – Socialização das análises das marcas da oralidade.
Apresentação em slide da Unidade II – A monitoração na fala e na escrita.
Apresentação do vídeo: Chico Bento no Shopping
Encaminhamento:
- A formadora apresenta os slides, retomando a leitura feita pelos cursistas, para a realização da atividade anterior, através de comentários e considerações.
- A formadora orienta os cursistas a prestarem atenção à fala do Chico Bento, marcada pela variação linguística da Zona Rural.
16:00min às 16h15min – Intervalo
16h15minh às 16h45min – Apresentação do vídeo de leitura “Maria vai com as outras” – UNIDADE III.
Encaminhamento:
A formadora apresenta o vídeo e solicita que os cursistas observem a forma como a professora apresenta a leitura destacando as dimensões que compõem o texto para em seguida fazer um paralelo com sua prática de leitura na sua turma. Em seguida, a formadora deve fazer algumas considerações acerca das estratégias utilizadas pela professora durante a leitura, em seguida pedir que os cursistas façam um paralelo entre as dimensões apresentadas e sua prática em sala de aula.
16h45min às 17h15min – Leitura compartilha do texto: “Leitura e compreensão” – Autora: Rosângela Gabriel.
Encaminhamento:
O formador conduz a leitura compartilhada, fazendo as intervenções que julgar necessárias. Se necessário, poderá retomar trechos descritos na unidade III, do fascículo 07.
17h15min às 17h30min – Encaminhamento da Atividade à Distância
Encaminhamento:
O formador orienta os cursistas à:
1.Realizar a atividade 07, proposta na página 36 do fascículo 07, com base em roteiro a ser distribuído.
2. Fazer relatório da atividade realizada.
17h30min às 17h50min – Avaliação do encontro e freqüência.
Bibliografia:
BORTONE Márcia ELIZABETH e RICARDO Stella Maris Bortoni. Modos de falar e Modos de Escrever- Pró-Letramento Alfabetização e Linguagem. Brasília, 2008.
GABRIEL Rosângela. Professora Mestre e Doutora em Letras pela PUCRS.
SOLÍGNO, ROSURA. Cadernos da TV Escola: português MEC/SEED, 2000.
GOMES, Paula. Oficina de produção de texto-Narração. Laboratório de Estudos e Pesquisa em Processo de Aprendizagem e Escolarização- LEPPAE- FE/UnB. Brasília, set.2009.
VI encontro
RELATÓRIO REVEZAMENTO PRÓ LETRAMENTO LINGUAGEM V ENCONTRO
Formadora: Mª JOAQUINA SOUSA
DATA: 29/04/2011
Locais: EMEF. Augusto Morbach, e Cine Marrocos.
Público alvo: Coordenadores pedagógicos e Professores de 1º a 5º ano da rede Municipal de Ensino.
O quinto encontro de formação do revezamento de Linguagem aconteceu no dia vinte e nove de abril de dois mil e onze, sendo que no período da manhã quatro turmas reuniram-se na escola Augusto B. Morbach e uma na escola Jarbas Passarinho. Já no período da tarde as turmas que reuniram-se na escola Morbach foram para o Cine Marrocos para Sessão de filme – Como uma estrela na terra – Toda criança é especial assistir. O encontro deste mês teve como temática “Organização e Uso da Biblioteca Escolar e das Salas de Leitura” referente ao Fascículo Sete.
Iniciamos o encontro coma leitura compartilhada do livro “O carteiro chegou” de Janet ...... o. Após a leitura iniciamos a socialização relativa as experiências sobre a aplicação das atividades a distância dos Projetos em andamentos nas escolas- Almanaque, Cantigas de roda, Brincadeiras Populares. Embora nem todos ainda tivessem iniciado houve muitos relatos interessantes.
O estudo do dia foi iniciado com o levantamento de conhecimentos prévios sobre os espaços de leitura presentes nas escolas. Para tal, os cursistas responderam oralmente aos seguintes questionamentos:
1. Como o espaço de leitura é organizado? Qual a estrutura?
2. Para quê e para quem se destina o espaço de leitura?
3. Como é utilizado pelas professoras e/ou pela escola? Existe algum projeto que envolva a utilização desse espaço?
Durante a socialização podemos perceber que a maioria das escolas não possuem Bibliotecas nem salas de leitura. No entanto, todas procuram um meio para oferecer o contato com os mais variados tipos de leituras, seja por meio do carrinho de livros, a caixa de livros, etc.
Dando continuidade ao estudo apresentamos em slides os seguintes tópicos:
• A biblioteca escolar. Para quê? Como utilizá-la?
• Organização e usos da biblioteca e das salas de leitura.
• Livros grossos ou finos? Com figuras ou sem figuras?
A partir desses slides propomos a discussão a respeito da importância da biblioteca e de como usá-la, além de abordar temas referentes a leitura, quando ler, como ler, etc. neste momento todos participaram dando suas opiniões e socializando experiências significativas em relação as atividades de leitura, seja em sala ou fora dela.
Após o intervalo, fizemos a leitura coletiva do texto “O uso do dicionário”, proposto pela CFORM. Este também foi um momento de muito aproveitamento por parte de todos, uma vez que, trouxe-nos grandes aprendizados, além de gerar uma boa discussão a respeito do tema.
Em seguida passamos para a divisão de grupos cujo objetivo era planejar atividades, com base em roteiro de planejamento, para posterior aplicação. Abaixo sugestão das atividades:
Atividade: Ordem alfabética dos nomes – Pág. 38 – Turmas do 1º e 2º anos.
Atividade: Produção de um dicionário de classe – Pág. 38 – Turmas do 3º e 4º ano.
Atividade: Jogo da adivinhação – Pág. 39 – Turmas do 5º ano.
No período da tarde, as turmas do Morbach partiram para o Cine Marrocos. Nosso objetivo era assistir ao filme e em seguida fazer uma análise. No entanto, apesar de o espaço ter sido reservado com quase trinta dias de antecedência, passamos por inúmeros transtornos. Após resolvermos parte dos transtornos, iniciamos o filme às 15:20hs. Vale ressaltar que, mesmo diante de tantos impecilhos, graças ao conteúdo do filme apresentado os cursistas adoraram-o, o que foi um alívio para nós formadoras. No pólo do São Félix não houve transtornos, tudo transcorreu como planejado.
Devido aos contratempos, a análise planejada para ser entregue após filme foi transferida para o acompanhamento. Os encaminhamentos foram os seguintes:
• Executar a atividade planejada durante esta formação com sua turma;
• Responder o roteiro do filme para ser entregar durante o acompanhamento.
• Lembrar aos professores que deverão ler o fascículo VII Modo de falar e modo de escrever.
Cinema "Assim Como as Estrela na Terra Toda Criança é Especial"
V Encontro- Organizção e Uso da Biblioteca na sala de Aula
PAUTA DA FORMAÇÃO PRÓ LETRAMENTO – ALFABETIZAÇÃO E LINGUAGEM
5º ENCONTRO – FASCÍCULO IV
Temática: Organização e Uso da Biblioteca Escolar e das Salas de Leitura
Data: 29/04/2011
Horário: 08 h às 12h e de 14h ás 18h
Locais: EMEF. Augusto Morback , Jarbas Passarinho e Auditório do Cine Marrocos.
Público alvo: Coordenadores pedagógicos e Professores de 1º a 5º ano da rede municipal de ensino.
Objetivos de Ensino: P
• Refletir sobre uso da biblioteca e das salas de leitura como prática importante na formação de leitores e escritores competentes.
• Propor alternativas para organização de um espaço de leitura nas escolas que não tiverem uma biblioteca.
• Promover a reflexão sobre o uso do dicionário em sala de aula.
Objetivos de Aprendizagem:
• Reconhecer o espaço de leitura como aliado na formação de alunos leitores e escritores.
• Compreender a relevância do dicionário como parceiro no dia-a-dia em sala de aula.
• Conhecer alternativas para a organização do espaço de leitura na escola, quando esta não contar com uma biblioteca.
Materiais a serem utilizados:
Data-show
Notebook
Vídeos
Caixa de som
MANHÃ
08h00minh às 08h20min - Leitura compartilhada
8h20min às 08h50min – Pensando juntos - socialização da atividade à distância alusiva à implementação dos projetos didáticos sugeridos na formação anterior.
08h50min às 09h20 - Levantamento de conhecimentos prévios sobre os espaços de leitura presentes nas escolas.
Encaminhamento: A formadora lança os seguintes questionamentos ao grupo onde cada escola representada deverá responder:
1. Como o espaço de leitura é organizado? Qual a estrutura?
2. Para quê e para quem se destina o espaço de leitura?
3. Como é utilizado pelas professoras e/ou pela escola? Existe algum projeto que envolva a utilização desse espaço?
Como o objetivo é conhecer as ideias das professoras em relação à organização e uso da biblioteca ou sala de leitura, cada escola deverá socializar suas experiências, projetos, organizações e estrutura oferecidas nesse espaço onde as crianças possam vivenciar diferentes situações de leitura.
09h20min às 10h00min – Exibição e discussão dos slides com os tópicos:
• A biblioteca escolar. Para quê? Como utilizá-la?
• Organização e usos da biblioteca e das salas de leitura.
• Livros grossos ou finos? Com figuras ou sem figuras?
Encaminhamento: A formadora apresenta os slides propondo discussão no grupo sobre os tópicos abordados.
10h00min ás 10h20min- Lanche
10h20min às10h40min- Leitura e discussão do texto: O uso do dicionário
Encaminhamento: A formadora propõe a leitura coletiva do texto, realizando pausas necessárias para discussão dos pontos relevantes.
10h40min às 11h30min – Planejamento de atividades a serem executadas nas turmas.
Encaminhamento: A formadora propõe as atividades aos professores considerando o ano trabalhado para realizarem planejamento tendo como base o roteiro a ser entregue:
Atividade: Ordem alfabética dos nomes – Pág. 38 – Turmas do 1º e 2º anos.
Atividade: Produção de um dicionário de classe – Pág. 38 – Turmas do 3º e 4º ano.
Atividade: Jogo da adivinhação – Pág. 39 – Turmas do 5º ano.
11h30min às 12h00min – Socialização dos planejamentos realizados.
Encaminhamento: A formadora oportuniza a um professor de cada ano que socialize seu planejamento com o grupo, sendo este o momento em que poderá realizar algumas intervenções, ampliando os conhecimentos do grupo.
TARDE
14h00min às 17h10min – Sessão de filme – Como uma estrela na terra – Toda criança é especial
Encaminhamento: A formadora fará uma breve apresentação do filme, em seguida entregar o roteiro afim de direcionar os pontos a serem observados ao assistir ao filme.
17h10min às 17h30min – Orientações para realização da atividade à distância.
Encaminhamento: A formadora informa aos professores que eles deverão:
• Executar a atividade planejada durante esta formação com sua turma;
• Responder o roteiro do filme para ser entregar durante o acompanhamento.
• Lembrar aos professores que deverão ler o fascículo VII Modo de falar e modo de escrever.
17h30min às 18h00min – Avaliação do encontro.
BIBLIOGRAFIA:
VIEIRA, Adriana Silene; Fernandes, Célia Regina D; Silva, Márcia Cabral da e Martins, Milena Ribeiro. Organização e uso da biblioteca escolar e das salas de leitura. UNICAMP. In Pró Letramento Alfabetização e Linguagem. Brasília, 2008.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Relatório IV encontro
RELATÓRIO DO 4ª ENCONTRO/ REVEZAMENTO DO PRÓ LETRAMENTO DE ALFABETIZAÇÃO E LINGUAGEM EM MARABÁ-PA.
TEMA: O LÚDICO NA SALA DE AULA: PROJETOS E JOGOS.
FORMADORAS: MARIA JOAQUINADATA:
DATA: 28.03.2011
LOCAL: E.M.E.F. AUGUSTO BASTOS MORBACH
PUBLICO ALVO: PROFESSORES E COORDENADORES DE 1º AO 5º ANO DA R. MUNICIPAL.
CH: 8 HORAS
O encontro presencial deste dia iniciou-se com a dinâmica, dos “classificados”, os quais tiveram grande aceitação por parte dos cursistas. No momento seguinte fiz o levantamento de conhecimentos prévios sobre a utilização de jogos e brincadeiras em sala de aula. O qual possibilitou a percepção por meio da fala dos cursistas que a minoria trabalha com jogos, pois além de não saber, também disseram dar muito mais trabalho do que outra atividade. Como nesta parte da pauta, a formadora deveria se limitar a ouvir, as intervenções a este respeito forma feitas mais tarde.
Em seguida foi exibido o vídeo “Jogos e brincadeiras”. Neste momento todos ficaram atentos e demonstraram muito interesse aos projetos e jogos apresentados.
Após a exibição do vídeo foi realizada algumas considerações a respeito dos projetos e dos jogos apresentados no vídeo. Ressaltando a respeito dos vários gêneros abordados no projeto, e de como estes foram escolhidos, além da ênfase em alfabetizar letrando. O que isso significa na prática, e como nos projetos isso ficou bem claro, pois tudo produzido pelos alunos nos projetos tinha um fim social, ou seja, se eles produziram um questionário, era porque iriam fazer pesquisas; se produziram receitas era porque testariam nas, etc. Aproveitando ainda para enfatizar a importância do planejamento no momento de se trabalhar os jogos, e ainda sobre o reagrupamento produtivo, além da importância das intervenções do professor no momento da aplicação dos jogos para o avanço dos alunos.
Alguns cursistas enfatizaram que essas atividades só dão certo porque no vídeo eram poucos alunos. Neste momento, a formadora enfatiza que a partir de um planejamento é possível trabalhar sim, e que naquele vídeo os alunos se comportaram porque foram habituados aquelas atividades, ou seja, como as professoras do vídeo sempre faziam estas atividades não houve tantas dificuldades no momento da aplicação. Ressaltei ainda que do mesmo jeito que alfabetizamos nossas quarenta crianças, podemos trabalhar com estas atividades, basta que para isso planejemo-nas. Após os comentários e intervenções os grupos para estudo do fascículo a partir de questões norteadoras.
No período da tarde, iniciamos com a socialização do estudo do fascículo. Cada grupo apresentou o roteiro do projeto ou as regras da brincadeira e em seguida lia as questões. Após cada socialização, a formadora fazia os devidos comentários.
Terminada as discussões dos fascículos partimos então para a divisão dos grupos por escola para elaboração do roteiro dos projetos. Enquanto os cursistas iam elaborando a formadora passava pelos grupos para reorientá-los a pensar no projeto e tirar dúvidas quanto ao roteiro. Após esta atividade foi finalizado o encontro com a avaliação e o encaminhamento para atividade á distancia.
